Como quase todos os brasileiros, eu escolhi esse emprego por causa da possibilidade de conhecer o mundo. Literalmente. A companhia é subsidiária da Royal Caribbean, e tem 5 navios na frota. Durante os meses de dezembro a março, os cinco navios estão em território nacional, cheios de passageiros brasileiros engordando os cofres dos espanhóis. E no restante do ano, três deles navegam em águas européias, e os outros dois em águas caribenhas.
Ou seja, eu tenho a chance de conhecer, no mínimo vários países europeus e alguns da américa central/do sul. É empolgante, não? Além de existirem várias outras companhias que oferecem roteiros extremos, como Alaska, Mar do Norte, Japão, Tahiti, etc.
É claro que a prioridade nesse ramo é o trabalho. Mas sempre se dá um jeito. Inclusive depois de trabalhar 11, 12 horas, ainda dá pra arrumar um tempinho e passar a tarde nas ruas de São Petersburgo, por exemplo. Reparar nos rostos russos, nos carros velhos, no desenvolvimento pós-revolução russa, guerra fria, União Soviética. E talvez conhecer as loiras mais lindas do mundo na Estônia, servindo cafés, cervejas ou simplesmente ensinando turistas a atirar com arco e flecha. Ou tomar uma cerveja no fim de tarde em um dos bares antigos no bairro boêmio de Copenhagen, o Nyhavn, onde viveu o famoso escritor de contos infantis, Hans Christian Andersen.
Falando em artistas de rua, falando em Barcelona. Andar pela Las Ramblas é se deparar com centenas de artistas e suas diferentes apresentações. Desde simples desenhistas, passando por mulheres-gato até fantasias mais elaboradas como aliens e demônios (ou anjos) gigantes. Isso tudo, claro, em uma semana. Afinal, em navios como esse, cada dia estamos num porto (cidade) diferente. E, em alguns casos, em PAÍSES diferentes todos os dias.

o ouro!!!! O MUNDO! muito massa, amigo. ok, não estou mais loira.
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